quinta-feira, agosto 16, 2012

Crônicas de Bundland - Making Of

Vou representar os jogadores em formas de boneco que eu tenho em casa.

Juntamos todos os 6 (seis) jogadores e definimos qual cenário seria. Escolhemos dentre os quais já tinham pré-definidos no livro, afinal era nossa primeira vez e já tinha as tabelas feitas para definirmos o ínicio do jogo.
Escolhemos velho-oeste. O nome da ciade foi escolhido na mesa também.
Beleza, já tínhamos o Velho-oeste como plano de fundo e Bundland sendo a cidade.

Cada um escolheu um nome e profissão pro seu personagem, colocamos papéis escritos na frente para não esquecermos os nomes. *Ficou igual identificação de banco, ou do diretor Skinner do Arquivo X.

Vamos aos nossos personagens:










Para cada jogador foi separado 4 (quatro) dados. Dois brancos e dois vermelhos. Por falta de um vermelho, colocamos um amarelo.


E a mesa ficou assim:



O jogador começa a pegar um dado que define qual relação ele vai ter com o jogador a sua direita e assim por diante. Depois que dá a volta completa o segundo dado é uma especificação sobre a relação.


Na 3ª rodada escolhe Necessidade, Locação ou Objeto e tira-se que tipo é. Na 4ª e última rodada é a especificação da 3ª rodada.

Com isso as relações entre os personagens ficaram:







E assim começaram as Crônicas de Bundland.  



Crônicas de Bundland - Epílogo

Firmino desiste de tentar reviver e assume sua morte. Fica vagando no cosmos.


John vai ao inferno e é agraciado a matar todos aqueles que tentar se levantar do chão. John sai esmagando as cabeças dessas almas.

Firmino é chamado para ser o coveiro das almas que John castiga. Firmino aceita e decide esperar reencontrar sua amada, Arlinda.



Juvenal começa a gritar e gemer enquando o sangue não para de escorrer. Foge, mas nunca mais conseguiu ficar sem dores. Enloqueceu no deserto.



Bigous Dicous levanta e começa a comer os cérebros das pessoas da cidade. É preso por atrocidade e por andar nu.



Em um futuro paralelo, Jack Lock volta no tempo e tenta avisar a si próprio para não sair do bordel. Planeja o tempo errado e chega algumas horas depois quando já estava lá o Xerife da cidade vizinha com sua equipe de cowboys da lei. Jack Lock é preso por assassinar seu irmão-gêmeo e enlouquece atrás das grades.



Josué saindo da cidade, entre Bundland e Japanland resolve entrar no último vagão. Assim que entrou encontrou os Freis Cabeludos armados e começaram a atirar em Josué.

Josué cai e olhando a sua frente vê uma moenda girando, girando, e quando está quase conseguindo lê-la fecha os olhos e morre.

Crônicas de Bundland - Capítulo 9 (Final?!)

Jack Lock levanta-se no meio da madrugada, todos estavam mortos ou bêbados ou chapados, não conseguia distinguir. Foi caminhando para igreja e viu Josué saindo do banco com os sacos de dinheiro.


- Chinês maldito querendo passar a perna em mim. Morrerá feito um cão!

O que se houve é apenas um tiro.

Josué tinha pego a arma de Jack Lock na igreja e com ela o acertou.

- Chinês filho de uma p...- Jack Lock cai morto

Josué rindo dá um tiro em um dos 30 barris que ele havia colocado em frente a igreja. Esses barris explodem e a igreja começa a pegar fogo.

- Hoje finalmente ilei embola! Lá! Lá! Lá!



Escuro, preso. Bigous Dicous consegue se desvencilhar do saco preto e cai do cavalo. O cavalo para próximo a ele.

Fome era o que estava sentindo Bigous Dicous. E esse fome foi tomando forma.

"Cérebros!" Bigous Dicous olhou para suas mãos. Estavam cinzas. O cavalo ao seu lado estava começando a se agitar. Com uma pancada seca Bigous Dicous o matou e começou a mastigar a cabeça até conseguir comer o cérebro do cavalo. Começou a voltar para a cidade.

- Macacos me mordam! Morri de novo! Não aguento mais isso! - Firmino estava furioso e decidiu possuir o corpo de John para então dar cabo a vida de Bigous Dicous.



John sentiu uma fisgada e percebeu que sua sede de vingança aumentara (sim, Firmino conseguiu auxiliá-lo nessa vontade). Pegou a arma que tinha embaixo das bebidas baratas, atrás do balcão do bordel e, quando estava pegando, escutou um tiro e uma risada ao fundo. Ficou congelado de medo. Alguns momentos depois decidiu sair do bordel.

Juvenal estava cochilando atrás da delegacia quando escutou o tiro e viu a torre da igreja pegar fogo. Não tinha melhor hora para matar Josué por ter deformado seu rosto e correu para a rua principal.

Bigous Dicous estava chegando e conseguiu ver algo incrível. Estavam os três (John, Juvenal e Josué) apontando armas uns para os outros.

A torre do relógio cai e só escuta o barulho do sino quebrando.

Bigous Dicous vendo isso tenta gritar - Hãnrggggg - um gemido estranho soou de sua boca.

John erra o tiro em Josué e acerta a cabeça de Bigous Dicous.

Juvenal acerta a orelha de Josué.

Josué acerta o peito de John, vira-se para Juvenal e o acerta duas vezes na barriga.



- Lá! Lá! Lá! Lá! Agola ninguém ilá me deter - Josué pega os sacos de dinheiro e entra no trem que acabara de chegar.

terça-feira, agosto 14, 2012

Crônicas de Bundland - Capítulo 8

No cair da noite Juvenal chamou John e pediu para que o menino tocasse o piano.


Juvenal resolveu procurar na fazenda seu cartaz e dar um fim nessa vida desgrarrada, não aguentava mais matar pessoas e Firmino foi a gota d'água.

Chegando na casa, Juvenal resolveu matar Arlinda. Quando estava chegando na casa se deparou com Arlinda em puro êxtase sexual com um ser, um humanóide em forma de porco.

O porcosomem olhou para Juvenal e gruniu.

- Você me matou e agora o matarei. Óinc, óinc.!

Juvenal desce as escadas correndo, Firmino-porco corre atrás mas como seus pés tem o formato da pata de porco acabou escorregando na escada e na queda morreu.

Juvenal pega todo o querosene que tinha na fazenda e ateia fogo na casa, com Arlinda e o Firmino-porco dentro.

Juvenal sai em seu cavalo enquanto a casa arde em chamas com os gritos de Arlinda sendo queimada viva.

Firmino novamente se olha no chão e grita.

- Merda! Morri novamente. Irei me vingar de Juvenal.

Firmino sobrevoou até a cidade, achou o cavalo de Bigous Dicous e tomou conta do cavalo, sem modificações corporais dessa vez.

John tocava piana, porém viu os fogos vindo da fazenda e resolveu que a partir dali a cidade iria sentir sua fúria. Aguardava apenas o momento oportuno.

Dentre as festividades três semblantes masculinos caminhavam para dentro da Igreja.

- Seu porco insolente, já o trouxe até Josué. - Jack Lock estava visivelmente embriagado.

- Creio que seu cão contou qual o motivo da minha vinda. - Bigous Dicous começava a mostrar sua verdadeira natureza.

- Sim. Cleio que podelemos fazer bons negócios. - Josué puxa três taças de vinhos - Vamos blindar a nossa plospelidade. - e tomou a taça.

Jack Lock e Bigous Dicous fizeram o mesmo.

Bigous Dicous começou a se sentir tonto e tentou gritar.

- Filho da p.......- Ploft! Caiu de cara no chão

- Lá, lá, lá, lá! Pegue o saco pleto, amale-o na galupa do cavalo e deixe ir embola. - Josué agora se deliciava em saber que estava rico e poderia fugir.

Jack Lock obedeceu, pegou o cavalo de Bigous Dicous o amarrou na sela e deu-lhe um tapa para que fugisse.

- Aow, isso dói - Pensou o Firmino-cavalo e pôs-se a correr.

- Logo pela manhã ilemos pegar todo o dinheilo do banco e ilemos embola. Vá se diveltir. - Josué foi pra igreja

Jack Lock chegou ao bordel e foi falando com John.

- Estou rico e irei embora amanhã da cidade. Que essa cidade de merda se exploda.

- Como ficou rico, senhor? - John estava mais inquieto que o normal.

- Eu mat....- Jack Lock cai bêbado e desmaia na mesa.

Crônicas de Bundland - Capítulo 7

A comemoração começou na noite anterior. Firmino avistou Bigous Dicous e foi conversar.


- ...escutha aqui seu banqueiro, Hic-Hic, eu pego a sua mulher direto... hic-hic... não foi uma, nem duas, nem tres, maaaasss várias vezes. E vou lá agora.

- Tudo bem, sr. Firmino. Deixe que Juvenal o leve em segurança até lá. Juvenal!!

- O que houve sr. Bigous Dicous?- Juvenal acabara de chegar correndo.

- Leve este homem para a fazenda e faça-o dormir com os porcos. - sussurou Bigous Dicous ao ouvito de Juvenal.

Juvenal já conhecia esse procedimento, não gostava de fazer, mas fazia para esconder seu passado.

Chegando na fazenda, Juvenal já foi empurrando Firmino adentro do curral com os porcos. O empurrão foi forte e Firmino caiu de cara na lama. Juvenal retirou sua faca e tranquilamente foi esfaqueamento as costas de Firmino. No total foram 8 perfurações, por pura mania de Juvenal, para então cortar o pescoço.

- Amigos porcos, mais uma janta pra vocês. - Disse Juvenal coberto de sangue e lama e voltou à cidade.

Avistou Bigous Dicous e com um leve aceno de cabeça já estavam conversados. Foi ao bordel continuar a tocar seu piano.

A festa ocorreu sem ocorrências. Todos estavam felizes, bebendo e comemorando. A maioria praticamente andava escorando uns aos outros. Josué fez uma enorme fogueira dizendo que era pra festejar, porém colocou ópio e a cidade estava ficando completamente entorpecida.

No decair da noite foi a hora que os fatos começaram a ficar obscuros.

Firmino não acreditava que estava se vendo no chão com a cabeça degolada. Decidiu tomar posse de um dos porcos. Este começou a ganhar tamanho humano, olhos vermelhos, suas presas aumentando. Sò havia uma coisa em seu pensamento: Arlinda. E foi em direção a mansão.

Crônicas de Bundland - Capítulo 6

Na noite combinada, John apareceu. Estava tudo correndo como o planejado. Porém na hora de beber o vinho envenenado, Juvenal estava procurando John para continuar as aulas de piano. John não querendo decepcionar Juvenal sai correndo para a aula.


- Menino soltudo! - Josué não acreditava nisso

Na mesma, Jack Lock foi fazer mais um depósito. Bigous Dicous resolveu agir e chamou Jack Lock para uma conversa no Saloon. O banco estava fechando e o último funcionário avisou que Bigous Dicous estava em sua sala. Adentrando de sopetão Jack Lock teve uma visão horrível. Bigous Dicous estava nu, mergulhando nas moedas e fazendo amor com os sacos de dinheiros.

- Santa Mãe de Deus! Homem, o que fazes?!? - Gritou Jack Lock.

- Aguarde lá fora que já estou indo - disse Bigous Dicous friamente

Passado um tempo Bigous Dicous apareceu todo arrumado.

- Jack Lock, você sabe que tenho dinheiro e uma grande influência nessa cidade, porém quero expandir meus negócios e gostaria de entrar de sociedade com você e Josué na venda de ópios. Oh, vejo que está assustado... acalme-se eu sei de muitas coisas... Irei amanhã a Igreja para conversarmos lá, avise Josué.

- Espere até a grande celebração de 3 anos da Igreja, que ocorrerá daqui a dois dias e poderá falar com ele.

- Combinados. - E num aperto de mão selaram tal acordo.

Jack Lock saiu aturdido e contou o ocorrido a Josué. Josué não sabia o que fazer, apenas aceitar Bigous Dicous.

- Podemos mata-lo, pegar o dinheiro do banco e ir embora dessa cidade de uma vez por todas. - Jack Lock estava em êxtase quando disse isso.

- Lá, lá, lá, lá! Bem pensado. Vamos fazer isso e ilmos embola dessa cidade de melda.

Crônicas de Bundland - Capítulo 5

Um tempo depois Jack Lock apareceu no banco com um saco de dinheiro querendo que Bigous Dicous fizesse o depósito. Assim que viu a quantidade de dinheiro e que era Jack Lock, Bigous Dicous começou a suspeitar que não fosse só a Igreja que dava dinheiro.


Armaram um plano contra Josué para ficarem com o tráfico de ópio matando Josué.

Firmino começou a fugir do trabalho e ir dar uns amassos em Arlinda enquanto John ficava no seu lugar.

Um dia John foi comprar ópio e Jack Lock disse que o preço havia subido. John surtou e resolveu que iria matar a todos de uma vez por todas.

John foi até o banco e olhando para Bigous Dicous, disse:

- Me faz um empréstimo de 20.000 moedas de ouro.

- Não. - Respondeu secamente Bigous Dicous

- Oh, Raios. Por que não? - John estava abismado

- Simples, você é um garoto sujo e imundo que não tem honra e nem dinheiro para pagar o empréstimo. - disse Bigous Dicous calmamente

- E se eu lhe passasse uma informção boa?

- E o que você poderia achar que eu não sei?

- Sua mulher está se engraçando com Firmino, o Coveiro. Os vi no dia do enterro do prefeito.

- E..? - Bigous Dicous não pareceu nem um pouco incomodado

- Posso mata-lo para o senhor. - John já queria matar Firmino desde o ocorrido entre os dois.

- Menino, o que posso fazer é lhe dar essas armas, mas espere meu sinal e como agir. Entendeu?

- Sempre senhor.

John saiu do banco com um pequeno revólver e esperançoso pela vingança que começaria a ter.

Bigous Dicous estava bem feliz, conseguiria matar Firmino, Arlinda e culpar John. Tudo sem sujar suas mãos e sem gastar dinheiro.

John queria mais sangue e foi atrás de Jack Lock no bordel.

- Jack, quero fazer parte esquema do ópio. Sei fazer de tudo e serei um bom comerciante.

- Menino John, apareça depois de amanhã na igreja e então conversaremos.- disse Jack sorrindo

A noite, Jack Lock chegou para Josué e contou sobre John. Eles precisavam de um plano para acabar com o menino.

- O que fazer? Não posso mata-lo senão o Xerife vai desconfiar. - Jack Lock estava pensando em voz alta

- Acalma-se Jack Lock, ilemos mata-lo e colocar dentlo do vagão de calvão do tlem, só temos que pensar em como mata-lo silenciosamente. - Josué estava começando a ficar ansioso

- Envenenamento! - Jack Lock disse isso com o olhar já prevendo o futuro

- Uma boa idéia, calo amigo. Mas utilizalemos o que e como falemos?

- China, vou explicar tudo pra você. Traremos John para conversar conosco, brindaremos sua entrada na sociedade com o vinho, deixarei uma garrafa envenenada e nós passaremos essa pra ele beber. Irei comprar remééédios e acertarei tudo. - Jack Lock disse isso saindo e indo pra farmácia.

- Lá, lá, lá, lá! - Josué não parava de rir